quinta-feira, outubro 08, 2009

E quando um dia corre menos bem,

Amarra a fome do almoço e entra de rompante na inauguração de loja nova na zona preppy... Adquire O chapéu que namorava e pede a mão aos progenitores entusiastas pagando o dote necessário. Sai de mão dada ou será de cabeça perdida. Sai feliz, é o que importa.

Quanto vale um... Jag älskar dig


Sincero?! Para mim, somente uma vida inteira.

São chapéus, são chapéuzinhos


No meio de boinas e gabardines, chapéus de chuva e galochas que vislumbro na calçada portuguesa da metrópole, hoje decidi inovar ou talvez rejuvener-me, há sapato aberto, vestido decotado e cabelo bem apanhado. "Está calor" digo bem alto," e queremos todos mais!" o sol aquece por meio das nuvens, penso de forma talvez demasiada optimista. Arrisquei,ora bolas, não entro em devaneios como atrasado, em que passei um mau bocado húmido de calor intenso, já de botas de cano alto, casaquinho forrado e chapéu francês, é certo que colaborava a preceito com festival de fitas das terras dos croissants e baguettes que iniciou na capital, mas por dentro sofria borbulhando de calor.
Hoje, dia de modas finas ou grossas, é que já não me enganam... Rapo frio, mas abraço todo o meu estilo de moça garantida com opinião vincada.

quarta-feira, outubro 07, 2009

(De)coração

"Amo-te como a loiça de jantar do Titanic" disse-lhe pensando que o requinte destas palavras estaria no seu palato melodioso e não na uso prático de quinquilharia dourada e faqueiros chiques.

Comemoração do post número 2009 nesta chafarica

Polish Radio Orchestra - Now Or Never

quinta-feira, outubro 01, 2009

quarta-feira, setembro 30, 2009

Até marujos gostam


Depois do Presidente da República ter falado ao país, já posso festejar comprando sapatos novos?

segunda-feira, setembro 28, 2009

Faxina no aparador da vida

Penso naqueles em que larguei o tempo, ganhou pó. Dos que escaparam, dos que ficam. Limpo a pronto, com tempo e horas. No entanto, lembro sempre as formas em que terminam, do choro que passa a a ironia. Da gargalhada que fica engasgada.

Sugere limpeza, a fundo

Vejo-me rapariga, sendo uma mulher, às vezes madura (só às vezes).
Será engano ou a dúvida do silêncio emancipa?

How far will you go on a strikted public view

I do not care.

Certezas de salto alto

Da proxima vez que alguém tecer comentário mordaz em volto da quantidade exagerada de sapatos sapatos no meu closet, certamente direi, "São modestos vasos de meu Jardim do Eden, querido!"

Amorzinho é,

olhar para frente e ver que ao nosso lado está tudo o que sempre desejamos.

sexta-feira, setembro 25, 2009

Palavras meramente escangalhadas

Impressionante como conseguimos reinventar-nos sistematicamente. Sem desculpa de perder a identidade, somos maturação de uma dimensão própria infindável. Genuína mente percorremos a saudade da memória de um imaginado estar, que nunca é. Há alturas que temos de largar e perdoar a latitude de ser mais que o plágio de perfeição. Caminho atribulado e resilente, mesmo quando deparamos com nobres sentimentos.