segunda-feira, novembro 02, 2009

The girl who stares at the traffic red light thinks:

Love is a fast song with a low beat.
Set the rythim on the control of moving bodies in the the swing of passing days.

Love is a fast song with a catchy mood.
Give the lyrics the free speech and whistle a happy tune.

Love is a fast song with a black sheet.
Lullaby me your soothing flowing kisses and color the life you spread around.

Love is a fast song with a queen & king card deck.
You can play the with spear winter time and listen to this soft spring melody.

Love is a fast song with vanilla ice cream.

I sing i LOVE you.

Flamming lips

Às vezes percebemos que o objecto amado não quer apenas o momento pleno do presente dado, mas também ser dono do passado escondido. Nesses momentos sabemos que temos um caminho longo a percorrer e ter tenacidade para o revelar.

Há festas & Festas!


Jay Reatard - "It Ain't Gonna Save Me"

E depois temos umas a que não escapamos por serem das boas boas boas.

domingo, novembro 01, 2009

quinta-feira, outubro 29, 2009

Mudar sem deixar de Ser


"'Embuzaste-me'" Disse-lhe num bilhete simples em vez do clássico 'Amo-te' continuado. "Se chegar perto, bem pertinho oiço o mar na tua pele como se de um búzio tratasse."

Momentos Marconis

(Sabichona sabe as respostas antes de pronunciar as perguntas seguintes.)

Quando uma melodia que já tem um dono, mas ganha finalmente o cheiro de alguém presente, passamos a ouvi-la antes de todas as outras como se fosse a passadeira vermelha do som?

Enviamos mensagem para o número privado com beijo caprichado quando o silêncio aperta o coração e tememos o esquecimento de outrém?

Sorrimos na primeira hipótese que temos quando tiram conclusões de expressões da nossa escrita solitária puramente casual?

segunda-feira, outubro 26, 2009

Saúda(de)

Brindou com o seu coração totalmente aberto, já a derreter na boca e sem sede, percebeu que tinha escorregado nobres partículas para as veias onde bailavam seguras e batiam como nunca. Segundos passados, irriga o sangue na cabeça e mexe o dedo mindinho por vontade de mais. Nada ficou comprimido, só o nome que dantes era mutante dita-se agora, amor, na corrente das horas sentidas como instantes de memória, ela move-se ao som de piano de cauda.


Conta-se o tempo no tempo que escorre,

e as mentiras também.

quarta-feira, outubro 21, 2009

A sombra da primavera

Menina quer banjo, pandeireta, violino, maracas, contrabaixo, adufe, concertina e uma sanfona.
Basicamente, quer festa.

sexta-feira, outubro 16, 2009

quinta-feira, outubro 15, 2009

Sustenção voluntaria

Aos que pensam que dizem mas não o fizeram, aos que sentem mas omitiram, aos que mostraram mas pouco concluíram. Desde que se faça acreditar, o modo deixa de ser implicativo.
A tarefa árdua é prolongar com pertinácia um modo próprio até dilatar a voz, o olhar, a mão, a palavra, a boca... Espairando por tempo indeterminado o coração de canal aberto, livre de tortura indolente.

Do mudo para o modo

Na intimidade serena de um abraço ela revela "Sabes que que há uma sintonia quando conseguimos sentir o batimento cardíaco do outro, o nosso coração começa a acompanhar o mesmo ritmo, tornando-se num só..." A resposta foi um "Uhm..." já perdido num sono que prestava sentinela desde o início.
Perseverança de exortação continua de silêncio com alegria, ela prudentemente move-se ocupando parte do leito marcado, adivinhando que a sua perspectiva fora encarada só como palavras num recado exclamativo. Não se perde muito tempo a ouvir disparates a meia luz, escuta-se sem tomar articulação na junção do prenúncio.

quarta-feira, outubro 14, 2009

Melómana de coração


Num relance cantiga bonita ficou em silêncio, tão doente que os vizinhos reclamaram a sua ausência. Ela gritou baixinho para que pudessem ouvir, " Sozinha, não posso ter aquele lirismo melódico cantado que flui de mansinho a um final pleno de sinfonia elegante".
E a morada da pequena aguardou que a companhia certa chegasse, para de novo ter uma colcheia a marcar o final do tempo mortiço oral.