terça-feira, janeiro 12, 2010

Sou do tempo,

Que comprar um vestido resolvia muito do meu coração destroçado, talvez seja por isso que no meu closet o estado Alerta Laranja de excesso nunca cesse. Felizmente agora, compro para me sentir mais bonita e quando ela está de birra exagera largamente na dose recomendada à bolsa com linhos, cetins e algodões.
Vou lá compreender esta minha cabeça grande de gaja?


sexta-feira, janeiro 08, 2010

Pio do mocho branco na manhã azul

Há qualquer coisa em mim que se esquadrinha, como se de repente fosse entrar num mistério enorme omisso. Fecho os olhos e imagino o lado irracional onde tantas vezes se cristalizaram os momentos mais profundos e únicos. Nesta glória imensa e com a brisa doce fria de Janeiro, cheia de flores d'inverno com cheiro típico, marco a marcha andante para o final da semana num puro conforto. Tenho por hábito entrar assim a voar nos meus pensamentos deligentes, onde às vezes oiço o pio do mocho branco na manhã azul no parapeito da janela dos salões.

terça-feira, dezembro 22, 2009

quinta-feira, novembro 12, 2009

aMai gosto(so)

Do que parece confuso faz-se tão simples, da saudade, uma melancolia pela constante omissão de desamores impunes revelados no acaso intencional de olhares cúmplices de razões esplanadas em declarações constantes de eternidade de sentimento. Encontram-se e saltam por campos sem fim esquecendo que são observados por olhos de outrem.
Sabem-se. E continuam esperando o sem fim, perduram até chegar ao limite da realidade e regressam ao mundinho que lhes resta, (re)escolhido pelos amantes e aceite em concordata.
Silêncio.
Silêncio, que se pensa no cansaço.
Silêncio.
Silêncio, que se desculpa com o óbvio.
Silêncio.
E no silêncio fica, sem vontade de explicar. Coube-lhe ainda o agradecimento pago em doses fluídas, sem queixume, sem palavra, sem olhar. Mudo de intensidade, sem gracejo de anos com história, apenas com o vício mecânico de amor contemplado. Em silêncio. Pois as palavras atrapalham quando somos servidos de Amor.

terça-feira, novembro 10, 2009

Há tapetes voadores molhados pela chuva.

De abraços se constroi uma saudade repelente de um momento perdido por breves e sucedidas indecisões.
No que diz respeito ao amor do dito "Amo-te" pleno e único, a partir do momento que o registo passa a capricho solitário,
deverá haver um mimo que alongue tudo numa escapadela cúmplice de troca de calor e força interna.
No entanto, quando a chuva molha o tapete da nossa porta de entrada, já não voa seguro... Chapinha-nos até darmos conta.

segunda-feira, novembro 02, 2009

Teorias daqui***** (Kat belisca o seu lóbulo da orelha direita)

Amar é o único verbo que justifica a nobre existência de partilha imune, no entanto sem ele, ficamos perdidos no caminho esconso e plenamente vazios de odor corporal e sabor infinito.

The girl who stares at the traffic red light thinks:

Love is a fast song with a low beat.
Set the rythim on the control of moving bodies in the the swing of passing days.

Love is a fast song with a catchy mood.
Give the lyrics the free speech and whistle a happy tune.

Love is a fast song with a black sheet.
Lullaby me your soothing flowing kisses and color the life you spread around.

Love is a fast song with a queen & king card deck.
You can play the with spear winter time and listen to this soft spring melody.

Love is a fast song with vanilla ice cream.

I sing i LOVE you.

Flamming lips

Às vezes percebemos que o objecto amado não quer apenas o momento pleno do presente dado, mas também ser dono do passado escondido. Nesses momentos sabemos que temos um caminho longo a percorrer e ter tenacidade para o revelar.

Há festas & Festas!


Jay Reatard - "It Ain't Gonna Save Me"

E depois temos umas a que não escapamos por serem das boas boas boas.

domingo, novembro 01, 2009