domingo, fevereiro 28, 2010

Amor é

Um dia destes quando regressares levo-te a jantar lá a casa. Se tiver bom tempo até esplanamos sem mosquiteira.

sábado, fevereiro 27, 2010

quinta-feira, fevereiro 18, 2010

Turn up the static now, weather’s getting hotter with you near


385 dias de summerson (sem chuviscos ou neblinas matinais).
Não entendo porque não transmitem pelas notícias nacionais, será para não causar alarmismos de global (K) warming?

terça-feira, fevereiro 16, 2010

Raios, Raios, Raios & coriscos que a chuva não termina.

O vizinho da frente já não sabe o que dizer à namoradinha que lhe pede a lua para se enamorar.
Enquanto isso, mascara-se de conduta para ser fluido.

domingo, fevereiro 14, 2010

Babuseiras de namorada

Hoje é dia de S. Valentim, mas desde há muito devido a pressões sociais que, optei por comemorar o São Valentino, garota sabe que a haute couture é melhor que um cartão animado dos CTT escrito à pressa.
Loja das Meias com ela, precisa de um regalo novo.

sexta-feira, fevereiro 12, 2010

quarta-feira, fevereiro 03, 2010

Segreda-me

De pele alucinada e sorriso pendurado num olhar brilhante, costuro a minha alegria.

(Não sobrevivo sem abraços mas raramente os peço.)

segunda-feira, fevereiro 01, 2010

E no entanto ela move-se com esperança


Há um sinistro corte e costura, do sopro quente dele.
Pisco o olho inteiro, unido a mim, adormecido como um só momento.

sexta-feira, janeiro 29, 2010

Da Graça à Berta


Villa Bertha ou Vila Berta:

Arquitecto | Construtor | Autor
Joaquim Francisco Tojal (a designação da Vila provém do nome da filha deste industrial).

Cronologia
1887 - aquisição da Quinta do Fidalgo, na encosta da Graça, por Joaquim Francisco Tojal; 1902 / 1908 - construção do conjunto.

Tipologia
Bairro, vila operária. Arquitectura civil residencial, ecléctica.
A vila foi projectada e construída por Joaquim Francisco Tojal. A sua construção não se destinou a albergar operários pertencentes a qualquer unidade fabril, mas direccionou-se a estratos da pequena burguesia. As construções apresentam uma assinalável qualidade formal e de materiais, comparativamente às restantes vilas.


Assim, a Vila Berta insere-se mais no domínio do património industrial pelos materiais utilizados, como o ferro e os azulejos de estampilha, resultantes de um período de laboração industrial, do que pela inclusão nos protótipos das habitações operárias, apesar de se caracterizar por uma rua interna, não se estabelecendo o contacto directo com a rua principal.

Descrição
Habitação operária desenvolvendo-se em 2 bandas, separadas por rua interior e com tipologias distintas: a) do lado Leste, edifícios de 2 pisos e cave (funcionando como habitação colectiva - 2 fogos por piso e escadas comuns; os telhados das várias unidades, a 2 águas, formam uma unidade longitudinal) ; b) do lado Oeste, edifícios de 3 pisos, em que o 1º é afastado e separado em altura do plano da rua mediante terraço ajardinado (funcionando como habitação colectiva - 2 fogos por piso e escadas comuns; o 2º piso apresenta, sobre cada uma das zonas de acesso, plataformas de planta quadrada apoiadas em pilares de ferro fundido implantados à face da rua). O acesso principal ao interior do bairro processa-se por passagem que se abre, entre 2 portas vulgares, no piso térreo do prédio de rendimento nº 55 - 59 da R. do Sol à Graça. O nome Villa Bertha é legível num registo de azulejos com decoração floral Arte Nova.