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terça-feira, maio 20, 2008

a pensar no dia de amanhã

Alguém tem a amabilidade de explicar-me porque é que os dias continuam fanhosos?
Estou a ficar mesmo deprimida, até já penso na ajuda humanitária e certas melodias do passado que encravaram verões assim um tanto à parva...

Yann Andersen - Song for Nadim

terça-feira, novembro 13, 2007

Esboço # 01 (Extended Ultra Dub Remix)

Acho que estou a gritar, não sei se são palavras, sons, gemidos ou se são grunhidos... Dado este descontrolo momentâneo, total e irreversível, apenas digo que é difícil trabalhar numa multinacional num dia de abertura de uma nova loja.

domingo, novembro 04, 2007

Vou ali e já venho, ó palhaço

Isto não é porreiro pah, então Socras onde estão as tuas maneiras, falta comprares o DVD da Bobone!

quarta-feira, outubro 17, 2007

Vá, isto bem explicadinho, para que não haja estupidez

Esta manhã, questionei se faria sentido voltar a instituir a taxa de televisão para pagarmos o tipo de programação que temos. Mesmo que seja diluída na conta da EDP, para que digamos que não existe. Ontem à noite, demorei a recompor-me da bofetada de luva branca que a RTP me vem a dar lentamente como quem chama por mim: como é que este país podia passar sem esse verdadeiro serviço público que é o novo programa de Jorge Gabriel, um concurso com a característica de contar com crianças, não no papel de concorrentes, mas para os ajudar nas respostas. "Sabe mais do Que Um Miúdo de 10 Anos?". Até à poucos anos tinhamos a taxa de analfabetismo mais alta da Europa, agora de repente querem saber coisas dadas à 50 anos do meio Físco e Social? Tá mal, muito mal.

Fina abertura


Depois de toda a emissão de ontem já não dá para dizer mais nada, apenas um "Já passou, bebé!"

quarta-feira, agosto 08, 2007

segunda-feira, julho 30, 2007

It's too darn HOT

Como é possível alguém raciocinar com alguma qualidade, se acorda às 8.17H da manhã e se depara que já estão 28ºgraus?
São sucessivas quebras de tensão e alguma parca mobilidade, este calor todo cansativo... mesmo depois de um duche gelado, pois infelismente o trabalho da semana aguarda-nos sem piedade!
Ah! Nota ao leitor assíduo:
O papel de parede ficou um mimo de qualidade, há festa garantida no próximo fim de semana, com refrescos e sopas frias mas, lá para o final de tarde para a sua apresentação legal ao público alheio!

segunda-feira, junho 18, 2007

Trocas e baldrocas

E o Verão que nunca mais chega, a sede incontrolada por líquidos frescos, os abanicos improvisados, o suado contínuo ... à guiza do costume não arrumo os aquecedores e cobertores electricos, pois já o fiz 3 vezes desde que li e ouvi que iria ser o verão mais quente da última década. Chuva, vento e vir para aqui dissertar sobre desgraças com a qualidade elevada é o que é exigível hoje em dia. Esta ideia é verdadeira mas um tanto perigosa. É óbvio que ninguém precisa de estar sempre a lamentar, mas a malta até gosta da engraçada conversa do coitadinho.

segunda-feira, junho 04, 2007

Se o calor veio para ficar

Tenho de escangalhar uma ou duas bodegas. A chamada hora do recreio. Fugindo o pé para o chinelo... quero sim um bom folclore!
Há alguns anos, havia um anúncio que perguntava: até que idade pensas divertir-te? Acho graça observar os aficionados desta terapia, pois faço parte dos membros sócios maioritários, eu devia ter aqui à mão de semear toalhetes húmidos, porque não sei bem porquê mas ultimamente ando muito emocional friendly. Paciência, assim limpo ao braço, já não é mau.

terça-feira, maio 29, 2007

Páginas Soltas

- Acreditas na greve... já viste comop vai ser um caos?
- Lembraste da outra, foi bem tranquila... a malta fuma um cigarro e exclama ai que saudades do tempo da outra senhora!

quarta-feira, maio 23, 2007

sentimental, non troppo

Ou eu já não sei viver semi-ajuntada, ou não entendo a raça masculina e as suas crises existênciais.
É impressão minha, ou há tipos que fazem mais birras que as meninas mais coquettes da linha menstruadas sem trifene 200? Não há muita paciência da minha parte para resmungos, pontapés na mobília e empurrões momentâneos matinais. Pasmo-me com a situação e não tenho reacção positiva. O respeitinho é muito bonito, mas as fitas profissionais de mimalhos que necessitam de açoites por amuos em despeito de situações casuais, bolas não dá... Não sou talhada para ser mãe, é um facto!
Que dramalhão!

sexta-feira, maio 18, 2007

quarta-feira, maio 16, 2007

O novo canal

BaNDALHoS AnÓNImOs


Este Blog ultimamente tem tido alguns problemas técnicos, à minha revelia, está um tanto cabaret, cheio de erros e de malta estranha a entrar e a sir. Mas mesmo assim, tentarei continuar... A luta não pára aqui!
Afinal, estamos a viver um novo crescente primaveril cheio de eventos e regalias.

terça-feira, outubro 03, 2006

Shall we dance to this music


Depois da major de ontem, percebi que já não estou habituada a olhar e sorver grandes copos. Um trabalho a seguir ao outro... uma pessoa vai, no meio da chuva, ver os próximos lançamentos, tirar apontamentos e repirar fundo a ouvir as parvoíces do costume!
Enfim, no passa nada guapo!

quarta-feira, setembro 06, 2006

Gigantone, cabeçudo e um matarruano

A sincronizar o tempo e o prazer, a acreditar que a teimosia compensa, claro que em excesso acaba por esfolar!
A amplitude do envolvimento depende, do movimento harmónico simples ritmado e em frequência constante. 'Tou quase, mas quase quase lá!
Descobrindo pormenores que me passaram facilmente despercebidos. Congelando a vontade que brinca, corroi, altera.

"Em momentos de crise, a imaginação é mais importante que o conhecimento." Albert Einstein



quinta-feira, novembro 03, 2005

este passado tão próximo ... tão real


Merda... é a tristeza!
(Quarta-feira, Abril 14, 2004)

Continuo a falar de sentimentos, nestes dias tão tranquilos mas conturbados pela nossa pequinês, louvo àqueles que de mim gostam e que apoiam mesmo quando me vou abaixo... esses sim, são aqueles que mercecem toda a minha gratidão.


Há dias assim (e curiosamente são sempre chuvosos)... há dias que acho que nada cumprimos nesta vida, mas o sorriso que prontifico faz com encare com esperança... mesmo que o cinísmo dos outros seja a forma de estar. Nunca achei que o estar cegante e ser carneira era o meu ideal de vida... pelo contrário questiono e procuro ser confrontada com as minhas opiniões e atitudes, sem cair em dogma e retrocessos.

Eu vivo intensamente... vivo amore ...
Pois vê...
s. m.,
viva afeição que nos impele para o objecto dos nossos desejos;
inclinação da alma e do coração;
objecto da nossa afeição;
paixão;
afecto;
inclinação exclusiva;
ant.,
graça, mercê.
com —: com muito gosto, com zelo;
fazer —: ter relações sexuais;
loc. prep.,
por — de: por causa de;
por — de Deus: por caridade;
ter — à pele: ser prudente, não arriscar a vida;
— captativo:vd. amor possessivo;
— conjugal: amor pelo qual as pessoas se unem pelas leis do matrimónio;
— oblativo: amor dedicado a outrem;
— platónico: intensa afeição que não inclui sentimentos carnais;
— possessivo: amor que leva a subjugar e monopolizar a pessoa que se ama; o m. q. amor captativo.

Verdade esta é assim que me movo ... num sentimento excessivo, de amor ardente, de afecto por vezes violento, entusiasmo extremo, de cólera dissipada, grande mágoa por não ser capaz, vício dominador de mim própria, alucinação completa, sofrimento intenso e prolongado, parcialidade mordaz.
Tenho o impulso rápido na alma ou nas paixões, uma veemência, eloquência arrebatadora que me faz ser real e querer ter o ser genuino e mavioso.

Obrigada pela devoção do amor alheio que me dão, essa compaixão poderá gratuita mas será para mim sempre sem preço.
Este meu discurso ... apenas reconhece o quão aprazível é saber que não sou inútil, desnecessária e incapaz de incutir lembrança suave de algo ou coisas distantes, acompanhada sempre com desejo de as tornar a ver ou a possuir.
Para quem sabe, porque é ... um grande sorriso e uma porta escancarada para entrar sem cerimónia, mesmo que seja farçola.

E que a merda da tristeza se afogue na sua própria melancolia, pois não me arrasta ... com pessoas assim terei o maior dos contentamentos ... a Felicidade.



Tabu... ou será mesmo a estupidez?

Perturba-me a essência humana, o estar e a vontade são elemetos tão naturais no Homem e tão díspares que confundem o mais mortal, o que espero encontrar nesta vida é as pessoas que fogem quando são confrontadas com a realidade, mesmo que esta seja um pouco mais dura, mas apelam logo à fuga, queixando-se de mau estar e de racciocinios pouco lógicos.
A paciência, essa arte de saber estar na vida promove multiplas situações das quais não quero aprofundar muito, mas os seus dissabores por vezes fazem perder a dita fé nas pessoas, achando que somos manipulados por caprichos de outrém, é verdade... por vezes parecemos marionetas sem ter qualquer tipo de percepção lógica
Na verdade, acredito que as pessoas não têm má índole quando não são passíveis de decidir o que querem, apenas olham para o seu umbigo e acreditam que dali sairá a resposta para a verdade absoluta.
As decepções e desilusões só nos aparecem como verdade, quando arquivamos e rotulamos a situação de inútil... mas eu sempre dei o benefício da dúvida, sempre achei que indepententemente da maior alucinação que um sujeito possa ter, no fundo ainda não percebeu que a comunicação é o ancinho que lavra a terra que é o nosso caminho.

Ora bem, se a vontade e o estar não é a mesma coisa... onde posso eu enterder-me nestas vidas que se cruzam com a minha? Como será possível estar com alguém sem vontade? Ou mesmo ter vontade e não estar?

Será um enigma de palavras ... ou falta de interesse, ou mesmo acanho de responsabilidade... Na nossa sociedade o cidadão é cosmopolita ... e será que os relacionamentos de hoje estão a par dos excelentes almoços que a comunidade tem no Macdonalds ou na Pizza Hut... resume-se a um fast love, fast eat? Satisfazendo um momento tão curto ... quanto o tempo disponível ... pois tudo o resto é supérfulo?

Será?
Serei eu da velha guarda em acreditar que saborear grandes momentos nos traz felicidade?!
Será que é um tabu ... ser emocional, ser verdadeiro... unir o estar e a vontade?
Será que já não há espaço nem paciência para a "estupidez social" que é a sinceridade?
Será?